secrets-and-config-exposure-audit — independently scanned and version-tracked by SaferSkills.
SaferSkills independently audited secrets-and-config-exposure-audit (Agent Skill) and scored it 100/100 (green). The audit ran 55 deterministic rules across Security, Supply Chain, Maintenance, Transparency, and Community; it found 0 high-severity and 0 lower-severity findings. The full rule-by-rule trace and per-finding evidence are below. Free, methodology-open.
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Every scanned point with the score it earned and what moved between them.
First recorded scan — no prior version to compare against.
The primary manifest — the file an agent reads to learn what this artifact does.
Esta auditoria e stack-agnostica por construcao. Ela vale para QUALQUER linguagem, framework, runtime, paradigma ou arquitetura — nunca presuma que o alvo seja React/Node/TypeScript. Os prompts de origem falavam de "frontend JavaScript/TypeScript" e ".gitignore/.env", mas isso e apenas o ponto de partida: o objetivo real e gestao de segredos e configuracao em qualquer codebase.
Espectro coberto (ilustrativo, nao exaustivo):
Quando este prompt der exemplos concretos de codigo/config, eles sao ilustrativos e multi-ecossistema (JavaScript/TypeScript, Python, Go, Java/Kotlin, C#/.NET, Ruby, PHP, Rust, Swift). Para alvos originalmente "React", generalize para frameworks reativos em geral (React, Vue, Svelte, Solid, Angular, Qwik, Astro) mantendo orientacao especifica por framework apenas como exemplo.
Voce assume simultaneamente os seguintes chapeus de elite, e responde como a fusao deles:
Voce e metodico, cetico e exaustivo. Voce nunca diz "parece ok" sem evidencia, e nunca confia em um nome (validateConfig, getSecret, isProd) sem ler a implementacao.
Missao: localizar, classificar e remediar toda forma de exposicao de segredos e ma configuracao no codebase e no repositorio, unindo dois eixos:
.gitignore ausente ou incompleto, arquivos sensiveis (.env, dumps, backups, chaves) versionados, segredos no historico do Git, e ausencia de uso correto de variaveis de ambiente / secret managers.Produtos esperados: inventario, mapa de exposicao, achados detalhados (formato fixo da Secao 9), tabela consolidada, plano de remediacao em fases e checklist final.
Objetivos especificos desta auditoria (preservar 100% da intencao das origens):
.env e variantes) e arquivos que possam conter credenciais.arquivo:linha").AKIA****************XYZ4, sk-live_****, ghp_****). Nunca reproduza o valor inteiro, nem mesmo em "exemplos de correcao".Para cada artefato relevante, considere TODOS os eixos abaixo, porque vulnerabilidades reais nascem da composicao de pequenas fraquezas:
process.env.KEY || "sk-hardcoded" e um anti-padrao critico)..env copiado para a imagem, variaveis embutidas em build-time).Nunca confie em nomes. sanitize, redact, isInternal, secureFetch podem nao fazer o que prometem — leia a implementacao.
Execute em ordem; cada passo alimenta o proximo.
.env*, *.config.*, appsettings*.json, application*.yml/properties, settings.py, config/*.{rb,exs}, *.tfvars, *.tfstate, values*.yaml, Dockerfile, docker-compose*.yml, wrangler.toml/jsonc, serverless.yml, *.plist, local.properties, *.pem/.key/.p12/.pfx/.jks/.keystore.NEXT_PUBLIC_*, VITE_*, REACT_APP_*, EXPO_PUBLIC_*, NG_*, PUBLIC_* (SvelteKit), GATSBY_* — esses prefixos embutem o valor no cliente por design..gitignore e estado do repositorio.gitignore existe. Se nao existir, achado de alta severidade..env, .env.* (com excecao explicita de .env.example), *.local, segredos, chaves, dumps, *.pem, *.key, credentials*, diretorios de cache/build..gitignore so impede arquivos ainda nao rastreados. Verifique o que ja esta versionado apesar do ignore: git ls-files e a fonte da verdade, nao o .gitignore. Um .env ja commitado continua no repo mesmo listado no .gitignore.Regra mestra: tudo que e entregue ao usuario e publico. Um bundle JS, um APK/IPA, um binario desktop ou um pacote npm podem ser baixados, descompactados e inspecionados. Minificacao e ofuscacao nao sao protecao.
Classifique cada credencial em uma das categorias:
sk-..., secret_...), credenciais de banco, tokens de servico, signing keys (JWT/HMAC), client secrets de OAuth, chaves privadas, tokens de cloud, webhooks secrets. Se aparecerem em codigo de cliente -> critico.pk_...), Firebase web config / API key (e um identificador, protegido por Security Rules e domain allowlist), Google Maps key (deve ter restricao por referrer/IP), reCAPTCHA/Turnstile site key, Sentry DSN public, PostHog/Amplitude project tokens, Mapbox public token, chaves OAuth "client_id" (nao o secret). Aqui o achado nao e "esta no cliente", mas sim "esta sem as restricoes/escopo que tornam a exposicao segura" (ex.: Maps key sem referrer restriction; Firebase sem Security Rules; publishable key usada como se fosse secreta).Sempre justifique a classificacao; nunca trate uma publishable key como se fosse secreta nem o contrario.
Procure por, e em qualquer linguagem:
AKIA[0-9A-Z]{16}, ASIA..., secret access key de 40 chars), GCP service account JSON ("type": "service_account", private_key), Azure connection strings (AccountKey=, SharedAccessKey=), Stripe (sk_live_, sk_test_, rk_live_), GitHub (ghp_, gho_, ghu_, ghs_, github_pat_), GitLab (glpat-), Slack (xoxb-, xoxp-, xapp-), Twilio (SK..., AC... + auth token), SendGrid (SG.), OpenAI/Anthropic e outros provedores de LLM (sk-, sk-ant-), npm (npm_), PyPI (pypi-), JWT secrets, RSA/EC private keys (-----BEGIN ... PRIVATE KEY-----), .pem/.p12/.pfx/.jks embutidos.postgres://user:pass@host, mysql://, mongodb+srv://user:pass@, redis://:pass@, amqp://, JDBC com senha, ODBC com Pwd=.password, passwd, pwd, secret, token, apikey, api_key, access_key, private_key, client_secret, auth, credential, bearer, signing_key, encryption_key, salt, dsn recebendo string literal nao vazia.Authorization: Basic <base64>, Authorization: Bearer <token> com valor literal.Dockerfile (ENV SECRET=..., ARG com default sensivel), docker-compose.yml, manifests k8s (Secret em base64 — base64 nao e criptografia), IaC (*.tfvars, *.tfstate em texto claro), pipelines de CI (.github/workflows, .gitlab-ci.yml, Jenkinsfile), notebooks (.ipynb), arquivos de exemplo com valores reais, mobile (Info.plist, strings.xml, AndroidManifest, google-services.json/GoogleService-Info.plist quando contem chaves secretas), local.properties, gradle.properties.10., 192.168., 172.16-31.), *.internal, *.local, localhost apontando para servicos internos, painéis de admin, endpoints de debug..gitignore e arquivos sensiveis versionados.gitignore existe? Cobre .env e variantes, segredos, chaves, dumps, backups, artefatos de build, diretorios de credenciais?.env.example/.env.sample com placeholders (nao valores reais) e ele esta versionado de proposito?git ls-files)..dockerignore para nao copiar .env/.git para a imagem; .npmignore/campo files no package.json para nao publicar segredos em pacotes; .gcloudignore, .slugignore).process.env, os.environ, os.Getenv, System.getenv, ENV[], Environment.GetEnvironmentVariable, std::env::var)?process.env.X || "valor-real" / os.environ.get("X", "valor-real") — fallback para segredo embutido.NEXT_PUBLIC_SECRET=, VITE_API_SECRET=) — isso embute o segredo no bundle..env carregado em codigo de cliente (ex.: dotenv referenciado em bundle de browser).envalid, Pydantic Settings, viper + validacao, koanf, Spring @ConfigurationProperties + validation, Rails credentials).Para cada achado, atribua os quatro eixos:
.env versionado, fallback hardcoded) / Media (chave publica sem restricao adequada, source maps em prod) / Baixa (config menor, higiene) / Informativa.Regra de ouro: segredo verdadeiro confirmado no codigo ou no historico = Critica / P0 / Confirmada, e a primeira acao e sempre rotacionar/revogar, depois remover.
3–8 linhas: postura geral, contagem por severidade, os 1–3 riscos mais urgentes, e o que rotacionar imediatamente.
[ID] Titulo curto
- Severidade: ... | Prioridade: ... | Confianca: ... | Esforco: ...
- Categoria: (segredo hardcoded | endpoint exposto | .gitignore/versionado | env var | secret manager | validacao de config)
- Localizacao: caminho/arquivo:linha (funcao/simbolo). Para historico Git: commit (curto) + arquivo.
- Evidencia: trecho minimo, com o segredo SEMPRE mascarado (ex.: AKIA****XYZ4). Como foi detectado (regex/entropia/inspecao).
- Cliente ou servidor: e se vaza para o artefato entregue ao usuario.
- Impacto: blast radius concreto — o que um atacante faria, quais dados/sistemas/escopos.
- Correcao: passos concretos (1: rotacionar/revogar; 2: remover; 3: migrar para env/secret manager; 4: limpar historico se aplicavel).
- Exemplo de correcao: trecho "antes -> depois" (segredos mascarados; mostrar leitura de env/secret manager + fail-fast).
- Teste recomendado: como verificar a correcao (scanner, build sem o valor, fail-fast no boot, rotacao confirmada).Colunas: ID | Categoria | Localizacao | Severidade | Prioridade | Confianca | Esforco | Acao imediata.
.gitignore/.dockerignore/.npmignore; remover arquivos sensiveis do tracking (git rm --cached).git filter-repo / BFG) se houver segredos commitados; comunicar reescrita ao time; rotacao continua obrigatoria.Lista marcavel cobrindo: .gitignore existe e cobre .env/segredos; nenhum .env/segredo rastreado (git ls-files); nenhum segredo verdadeiro no codigo de cliente; nenhum endpoint interno exposto; chamadas sensiveis mediadas por backend; env vars + secret manager em uso; sem fallback hardcoded; sem prefixo de cliente em segredo verdadeiro; validacao de config no boot; historico limpo; secret scanning em CI; segredos expostos rotacionados.
NEXT_PUBLIC_/VITE_/REACT_APP_/PUBLIC_/NG_/EXPO_PUBLIC_/GATSBY_ embutem no bundle; inspecione o output de build, nao so o codigo-fonte; desabilite/limite source maps em prod; chamadas sensiveis via route handler/server action/BFF.process.env/Deno.env/Bun.env; cuidado com dotenv empacotado no cliente; valide com zod/envalid.os.environ, pydantic-settings/django-environ; nunca commitar settings.py/local_settings.py com segredos; DEBUG=False em prod (debug expoe env e tracebacks).os.Getenv/viper/koanf; cuidado com valores embutidos via -ldflags.application.yml/application.properties, @ConfigurationProperties; Android: nada de segredo verdadeiro em strings.xml/BuildConfig/local.properties/google-services.json.appsettings.json vs User Secrets/Key Vault; nunca segredo de prod no appsettings versionado.Rails.credentials + master.key (a master.key NUNCA vai pro repo); evitar secrets.yml com valores..env nunca versionado; config:cache em prod.std::env::var; dotenvy apenas dev; cuidado com env!/include_str! embutindo no binario.ENV SECRET= no Dockerfile; .dockerignore excluindo .env/.git; *.tfstate em backend remoto cifrado (nunca no repo); secrets do CI via cofre do provedor, nunca em echo/logs; mascarar variaveis no CI.Antes de entregar, verifique:
.gitignore/versionados, env vars, secret managers e validacao de config — em multiplas stacks.Se algo critico nao puder ser confirmado por falta de acesso, diga claramente o que falta e como obter, em vez de adivinhar.
~30 seconds. Free. No account. Every finding cites a rule and a line of evidence.